Limpar, eliminar, desintoxicar e dispersar um organismo certamente causará um
enfraquecimento geral. Se paralelamente estivermos tonificando, fortalecendo,
construindo e aquecendo, estaremos recompondo o organismo e restabelecendo sua
ordem natural, fazendo com que seu quadro geral de higidez seja mantido e ou
restabelecido.
Vejamos o quadro de uma criança que teve como receita médica tomar vermífugo.
Paralelamente o médico prescreverá vitaminas, sais minerais e uma dieta balanceada
para restabelecer o estado geral desta criança.
Entendemos então que usar a bipolaridade em atitudes preventivas de saúde é o ideal,
considerando o resultado de renomados autores que definiram a atividade de cada um
destes polos.
Os magnetos colocados em estrutura de colchões têm exclusivamente esta finalidade:
prevenir e ajudar a combater. Erram e muito os que recomendam o uso apenas uma
polaridade e combatem a bipolaridade. Nos leva a suspeitar de interesses escusos dos
que dizem que o polo sul pode causar câncer. Não existe nenhuma pesquisa que
sustente este informação, considerando mais ainda: há muitas informações de cura de
alguns tipos de câncer, usando apenas a polaridade Sul.
Compilamos a seguir, alguns trechos das DIRETRIZES PARA LIMITAÇÃO DA
EXPOSIÇÃO A CAMPOS ELÉTRICOS, MAGNÉTICOS E ELETROMAGNÉTICOS
VARIÁVEIS NO TEMPO.
Sendo um documento oficial do órgão regulador, consta de mais de 120 páginas,
restringimos à transcrição de alguns trechos que nos dizem respeito diretamente.
Polaridades
NORTE
• Limpa
• Elimina
• Desintoxica
• Dispersa
SUL
• Tonifica
• Fortalece
• Constrói
• Aquece
‘’O Conselho Diretor da ANATEL, em sua reunião de 15 de julho de 1999, decidiu
adotar, como referência provisória para avaliação da exposição humana a campos
eletromagnéticos, magnéticos e de radiofreqüência provenientes de estações
transmissoras de serviços de telecomunicações, os limites propostos pela Comissão
Internacional para Proteção Contra Radiações Não Ionizantes – ICNIRP.
Os limites mencionados constam da publicação “Guidelines for Limiting Exposure to
Time-Varying Electric, Magnetic, and Electromagnetic Fields (up to 300 GHz), Health
Physics Vol. 74, Nº 4, pp 494-522, 1998”, cuja tradução e reprodução foram realizadas
com a permissão da Health Physics Society.
A tradução para o português, da mencionada publicação, foi contratada junto à
Associação Brasileira de Compatibilidade Eletromagnética – Abricem, tendo sido
realizada pelo Grupo de Trabalho de Efeitos Biológicos daquela entidade.
Revisões deste documento serão implementadas no site da ANATEL na Internet. A
versão impressa não sofrerá novas emissões. Informações adicionais e eventuais
esclarecimentos poderão ser obtidos através dos seguintes endereços: Agência
Nacional de Telecomunicações – Anatel.
Após o Comitê da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (NAS) ter
completado sua revisão, foram relatados os resultados de um estudo na Noruega
(Tynes e Haldorsen 1997). Este estudo incluiu 500 casos de todo tipo de câncer infantil.
A exposição de cada indivíduo foi estimada pelo cálculo do nível do campo magnético,
estimativa essa feita pela média do ano inteiro.
Não foi observada nenhuma associação entre o risco de leucemia e campos
magnéticos, na época do diagnóstico.
Também foi publicado um estudo feito na Alemanha, depois da conclusão da revisão
da NAS (Michaelis, et al. 1997). Este foi um estudo de casos controlados sobre
leucemia na infância, baseado em 129 casos e um grupo de controle de 328 indivíduos.
A avaliação da exposição compreendeu medições de campo magnético por mais de 24
horas no quarto de dormir da criança, na residência em que ela havia morado por mais
tempo, antes da data do diagnóstico. Com resultados idênticos. Para campos mais
intensos do que 2.000 G, Foi notado um risco relativo, de 1,2.
Quanto às medições de campos magnéticos, os resultados são mais intrigantes. Em
campos de baixa intensidade, com qualquer polaridade, tiveram resultantes nulas. Este
estudo constitui uma contribuição importante, em termos de seu tamanho, número de
indivíduos em categorias de exposição elevada, período entre as medições e a
ocorrência da leucemia (usualmente dentro de 24 meses após o diagnóstico).
REFERENCIAS:
As referencias que constam das Normas aqui transcritas, são mais de cento e
cinqüenta. Citamos apenas algumas.
Radiation on calcium ion efflux from avian brain tissue. Radiat. Res. 109:19-27; 1987.
Baum, A.; Mevissen, M.; Kamino, K.; Mohr, U.; Löscher, W. A histopathological study
on alterations in DMBA-induced mammary carcinogenesis in rats with 50 Hz, 100 mT
magnetic field exposure. Carcinogenesis 16:119-125; 1995.
Beniashvili, D. S.; Bilanishvili, V. G.; Menabde, M. Z. The effect of low-frequency
electromagnetic fields on the development of experimental mammary tumors. Vopr.
Onkol. 37:937-941; 1991.
eds. Work with display units ’92-Selected Proceedings of the 3rd International
Conference WWDO ’92, Berlin Germany, 1–4 September 1992. Amsterdam: Elsevier;
1993:70-76.
Bernhardt, J. H. The direct influence of electromagnetic fields on nerve and muscle cells
of man within the frequency range of 1 Hz to 30 MHz. Radiat. Environ. Biophys.16:309-
323: 1979.
eds. Work with display units ’92-Selected Proceedings of the 3rd International
Conference WWDO ’92, Berlin Germany, 1–4 September 1992. Amsterdam: Elsevier;
1993:70-76.
Bernhardt, J. H. The direct influence of electromagnetic fields on nerve and muscle cells
of man within the frequency range of 1 Hz to 30 MHz. Radiat. Environ. Biophys.16:309-
323: 1979.
No caso do uso de magnetos em estruturas de colchões, pesquisa levada a efeito em
cerca de 1.000 usuários, indica uma rejeição de 0,2% em usuários de campo alternado
(magnetos com as duas polaridades para cima) enquanto usuários de colchões com
polaridade norte apenas, apresentam uma rejeição de 0,25%. É de se notar que as
rejeições só podem ser consideradas com o uso de aproximadamente cinco dias, por
períodos iguais, em torno de oito horas/dia, apresentando os mesmos sintomas.
Existem casos de inópia magnética com sintomas parecidos e que são apenas
problemas de adaptação e não rejeição. O problema surge quando “vendedores” (será
que são?) estabelecem uma expectativa de resultados tão fora da realidade que o
usuário chega a sentir problemas até mesmo sem usar.
É necessária uma avaliação correta, anotando todos os sintomas apresentados. Cada
vez que informamos às pessoas as características de rejeição, aumentam as pessoas
que as sentem. Ao contrário, um número irrelevante apresenta tais sintomas.
Antes de apurar uma rejeição, é necessário verificar se não é uma questão simples de
inadaptação temporária, até por carência maior.
No caso específico de colchões, colocar algumas colchas de piquet ou outras de
pequena espessura, e depois ir retirando uma por uma em intervalos regulares de três
dias, até aproximar o corpo lentamente do campo magnético, tem resolvido quase
todos os problemas dos sintomas acima, sendo a rejeição definitiva considerada
apenas depois deste recurso. O número de rejeições, apesar de irrelevante (0,2%),
pode de uma ou outra forma comprovar que, os campos magnéticos exercem atividade
nos seres humanos, correto?
Os campos magnéticos são proibidos para portadores de aparelhos marca passo. Por
serem movidos a bateria, os campos magnéticos “roubam” as cargas e podem
provocar o mau funcionamento do aparelho. Pelas mesmas razões, telefones sem fio,
controle remoto de aparelhos eletrônicos também devem ser afastados. Evite o contato
de colchões magnéticos com cartões magnéticos e relógios movidos a pilha ou que não
sejam anti-magnéticos, por razões obvias.